quinta-feira, janeiro 05, 2006
...o poder da palavra...
Ser poeta é ser grande?
Nem sempre ó minha amiga,
às vezes, por mais que ela tente,
de tão pequena nem é gente,
embora diga o que sente,
sempre em forma de "cantiga",
seus erros enumera,
seus defeitos a entristecem,
só um pormenor a torna diferente...
o que é mau, dá-lhe dor tamanha,
e que por muito que o diga,
nunca é demais, lava a alma,
esfrega-a, que ela não é tacanha,
e a palavra, seu desabafo,
é a forma escolhida,
sempre não acabada,
tal forma é catártica, e pretende
transmitir o que ela quer: "ser" amada.
Em troca dá o que melhor tem,
que só ela sabe e mais ninguém,
o seu fundo, o verdadeiro,
sinceridade a tempo inteiro!
E isso sim, é ser alguém!
Bedina
Setembro de 2004
Nem sempre ó minha amiga,
às vezes, por mais que ela tente,
de tão pequena nem é gente,
embora diga o que sente,
sempre em forma de "cantiga",
seus erros enumera,
seus defeitos a entristecem,
só um pormenor a torna diferente...
o que é mau, dá-lhe dor tamanha,
e que por muito que o diga,
nunca é demais, lava a alma,
esfrega-a, que ela não é tacanha,
e a palavra, seu desabafo,
é a forma escolhida,
sempre não acabada,
tal forma é catártica, e pretende
transmitir o que ela quer: "ser" amada.
Em troca dá o que melhor tem,
que só ela sabe e mais ninguém,
o seu fundo, o verdadeiro,
sinceridade a tempo inteiro!
E isso sim, é ser alguém!
Bedina
Setembro de 2004